Blogue da Comunidade de Leitores da Biblioteca de S. Domingos de Rana - Cascais - Portugal
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01 maio 2018
"Os Cadernos de Dom Rigoberto" de Mário Vargas Llosa - 25 de Maio às 21h00
Estão preparados para voltar a encontrar Dom Rigoberto, Dona Lucrécia e Fonchito?
E não se esqueçam que a sessão termina com a poesia de Bocage...
Etiquetas:
"Os Cadernos de Dom Rigoberto",
Livro do mês,
Mário Vargas Llosa
11 junho 2017
Sinopse
Lucrécia e dom Rigoberto vivem em constante felicidade. Ela, uma mulher que acaba de completar 40 anos, nada perdeu da sua elegância e sensualidade; ele, no segundo casamento, descobriu por fim os prazeres da vida conjugal. Juntos, crêem que nada pode afetar esse idílio, cheio de fantasias e de sexo. Alfonso, ou Fonchito, filho de dom Rigoberto, parece ser o único empecilho; ama demais sua mãe, Eloísa, para aceitar a chegada de uma madrasta. Mas até ele acaba por ser conquistado pelos encantos de dona Lucrécia. O amor do menino pela sua madrasta, entretanto, vai muito além do que se esperaria de uma criança, desenhando uma linha ténue entre a paixão e a inocência que mudará o destino de cada um deles.
Etiquetas:
"O Elogio da Madrasta",
Livro do mês,
Mário Vargas Llosa
03 março 2015
"A Tia Julia e o Escrevedor", de Mário Vargas Llosa, 27 Março, 21h00
"A Julia Urquidi Illanes a quem tanto devemos eu e este romance" - dedicatória do autor
A abrir:
"Nesse tempo remoto, eu era muito jovem e vivia com os meus avós numa quinta de paredes brancas da Rua Ocharán, em Miraflores. Estudava em San Marcos, Direito, creio, resignado a mais tarde ganhar a vida com uma profissão liberal, ainda que, no fundo, tivesse gostado mais de chegar a ser um escritor. Tinha um trabalho de título pomposo, salário modesto, apropriações ilícitas e horário elástico: director de Informação da Rádio Pan-americana. Consistia em recortar as notícias interessantes que apareciam nos jornais e maquilhá-las um pouco para que fossem lidas nos noticiários. A redacção, sob as minhas ordens, era um rapaz de cabelo empastado e amante de catástrofes chamado Pascual. Havia noticiários de hora a hora, de um minuto cada, excepto os do meio-dia e das nove, que eram de quinze, mas nós preparávamos vários ao mesmo tempo, de modo que eu andava muito na rua, a tomar cafezinhos na Colmena, às vezes ia às aulas, ou então estava nos escritórios da Rádio Central, mais animados que os do meu trabalho..."
in "A Tia Julia e o Escrevedor" de Mário Vargas Llosa
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Mário Vargas Llosa
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