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19 março 2015

SEM TÍTULO

AS NOSSAS LEITORAS que façam uma pausa no Varguitas (livro que, por boas razões, ainda nem comecei a ler) para apreciarem esta bela figura de homem que eu respiguei de um exemplar de 1933 da revista Cinéfilo. Manoel de Oliveira, como é sabido, fez de "jeune premier" no celebradíssimo A Canção de Lisboa, de Cottinelli Telmo, um arquitecto que, além de outras coisas, sabia fazer filmes. Enfronhado que tenho andado na investigação destas matérias, talvez nem chegue a ler o livro para a sessão de dia 27. Lá terei de figurar, então, na coluna negra da impiedosa estatística daquela nossa querida amiga... Paciência, se não puder falar do livro programado, falo de Elogio da Madrasta, do mesmo autor, uma obra muito mais educativa.